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Apresentando a Darkflix

Apresentando a Darkflix

No mês do Halloween, não poderíamos deixar a oportunidade de apresentar a Darkflix, streaming brasileiro focado em filmes de terror. Entretanto, para não tirar o espaço dos posts especiais de sexta-feira, decidimos mover essa apresentação para hoje. Assim, vamos falar um pouco sobre esse streaming, que é parada obrigatória para todos os fãs de horror. 

Lançada ainda em maio de 2019, a Darkflix se propõe a trazer filmes de terror diferentes do que se encontra em outros serviços desse tipo. Assim, ela conta com uma curadoria bastante cuidadosa e acrescenta constantemente no seu acervo verdadeiras raridades. Isso é bastante interessante para quem já possui um conhecimento mais avançado do gênero e está em busca de ampliá-lo. Mas também serve bem àqueles que ainda estão começando a desbravar o terror. 

Entretanto, de saída, a gente precisa fazer um alerta: a Darkflix possui classificação indicativa para pessoas acima de 16 anos. E não teria como ser diferente para que a plataforma conseguisse abarcar temas como o Novo Extremismo Francês, por exemplo.

Logo, tudo isso deixa claro porque uma das frases mais usadas pela plataforma nas suas redes sociais é “você tem coragem?”, visto que para encarar alguns títulos presentes – seja pelas altas quantidades de sangue e susto ou pela trasheira – realmente é preciso ter um estômago forte. Abaixo nós te contaremos um pouco sobre o que esperar da Darkflix para tentar te ajudar a decidir pela assinatura.

O que eu encontro no Darkflix?

Apresentando a Darkflix
Acampamento Sinistro (esquerda) | Baía de Sangue (direita)

Como falamos anteriormente, a Darflix é uma plataforma focada no horror. Assim, ela possui uma série de subdivisões que se ramificam em coisas mais específicas. Por exemplo, se você abrir a aba dedicada a filmes de assassinos, lá dentro encontrará as categorias serial killers, giallo e slasher. O mesmo se repete com a categoria de monstros, que engloba vampiros, lobisomens, zumbis e outras “lendas” que fazem parte do imaginário coletivo.

Para além dessas classificações, é interessante destacar que a Darkflix tem um foco maior em produções independentes e que não foram tão comentadas assim. Por exemplo, se você procurar por nomes como John Carpenter e Wes Craven, encontrará títulos mais obscuros, como Alguém Me Vigia, filme de Carpenter feito para a  TV; e A Maldição de Samanta, um título pouco popular de Craven. 

Além disso, também é possível encontrar os famosos “gêneros híbridos”, que mesclam terror e algum outro estilo cinematográfico, como a ficção científica e a fantasia. Dentro dessa sessão nós temos filmes interessantes pouco conhecidos, fugindo bastante do óbvio e do que seria esperado pelos fãs de terror. Isso torna a sessão bastante interessante até para quem é consumidor fiel desse tipo de conteúdo.

Por fim, é válido ressaltar que o acervo da Darkflix é o fato de que ela não se restringe às produções estadunidenses. Então, é possível encontrar alguns títulos orientais – inclusive clássicos, bem difíceis de serem encontrados em outros serviços de streaming – e também títulos europeus. Para deixar tudo ainda mais interessante, a Darkflix conta com uma sessão de filmes brasileiros que ainda está em fase de crescimento. Entretanto, já traz alguns curta e longa-metragens interessantes e que dão uma boa ideia do que vem sendo produzido no gênero no nosso país. 

E é realmente diferente dos outros streamings? 

Apresentando a Darkflix
A Maldição de Samantha (esquerda) | Quem Matou Rosemary? (direita)

Um questionamento bastante comum quanto à Darkflix é se ela é mesmo tão diferente assim de outras plataformas quando se fala em terror. A gente precisa dizer que sim, ela é completamente diferente. Tudo o que já falamos sobre o conteúdo ilustra isso com perfeição, mas também é importante destacar o excelente trabalho de curadoria do streaming, que parece ser feito por pessoas apaixonadas por horror tendo como foco quem é entusiasta do gênero. 

Então, as novas adições – que são sempre compartilhadas através das redes sociais da Darkflix, especialmente do Instagram – sempre agregam valor ao acervo e trazem pelo menos um título raro e intrigante, que qualquer fã de terror que se preze precisa conferir. A título de ilsutração a gente pode citar o caso de Quem Matou Rosemary? (The Prowler, 1981), filme slasher que não fez tanto sucesso quanto outros produzidos no mesmo período, mesmo contando com o envolvimento de pessoas da equipe de Sexta-Feira 13 – inclusive, o diretor do longa viria a dirigir um dos capítulos da saga de Jason Voorhese posteriormente.  

Impressões gerais sobre o Darkflix

Chamas da Morte e A Tortura do Medo
Chamas da Morte (esquerda) | A Tortura do Medo (direita)

Para o nosso especial de Halloween, decidimos nos tornar assinantes da Darkflix. Afinal, não teria como produzir um conteúdo de qualidade, “fora da caixinha”, e que fosse interessante para quem já é fã de terror há um bom tempo sem conhecer a principal plataforma brasileira focada nesse segmento. E, de saída, a gente precisa dizer que as nossas impressões foram bastante positivas. 

Como falamos sobre na apresentação que fizemos do Quibi, atualmente não estamos realizando avaliações mais aprofundadas, que abordam travamentos e outros aspectos técnicos. Isso se deve ao fato de que a banda larga na cidade em que vivemos foi bastante afetada pela pandemia e, portanto, não seria justo fazer esse tipo de teste sem poder oferecer condições de igualdade para as plataformas em relação às que foram debatidas em momentos nos quais a internet ainda funcionava normalmente. Assim, a Darkflix também não será abordada sob essa perspectiva. 

Mas, de uma forma geral, não tivemos qualquer tipo de problema para usar a plataforma, seja por desktop ou por smartphone. Apesar de ter uma interface um pouco pesada, que leva um tempo para ser carregada e dispositivos mais precários – como é o caso do meu notebook -, esse tempo não é nada absurdo. Além disso, não notamos grandes problemas ligados a travamentos e bugs – o que é mais positivo do que dá pra dizer de algumas plataformas vinculadas a grandes canais de TV dos Estados Unidos. 

Para não dizer que tudo são flores, infelizmente, no atual momento a Darkflix ainda não conta com um aplicativo para  Smart TV. Entretanto, em um contato por DM no Instragram, o streaming nos informou que os usuários de Chromecast conseguem fazer o espelhamento da tela e assistir em seus aparelhos de TV. Como o nosso dispositivos desse tipo ainda não está em nossas mãos (em um futuro próximo, vem aí), não pudemos testar essa parte, mas achamos válido informar que caso você possua um aparelho desse tipo, será possível utilizá-lo com a Darkflix. 

Como assinar e quais planos estão disponíveis?

O Elevador Assassino e Invasores de Marte
O Elevador Assassino (esquerda) | Invasores de Marte (direita)

Se você está tentando para conhecer a Darkflix, chegou a hora de saber como fazer isso. Atualmente, a plataforma possui apenas um plano de assinatura, que te dá direito a acessar o conteúdo em cinco dispositivos diferentes (cada um com uma tela) e custa 9,90. Esse plano, por sua vez, pode ser contratado através de cartão de crédito ou boleto bancário. Entretanto, caso você escolha a última opção, a mensalidade acaba saindo por 11,40 devido aos custos adicionais para a emissão do boleto.

Por fim, a assinatura pode ser feita no site da Darkflix. No caso do boleto, será necessário esperar em média 48h para usar devido aos prazos de processamento. 

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